Carta para o Papai Noel – Prontas, exemplos, Natal

Umas das lendas que perdura até hoje para a criançada, mesmo com todo a advento da tecnologia, é a do Papai Noel, basta ver como os olhinhos delas brilham quando alguém se fantasia no natal, é realmente algo mágico, encantador e saudável para as crianças.

Diversos especialistas recomendam que se mantenha essa fantasia por anos e anos, ninguém deve tirar delas a incrível capacidade de fantasiar e imaginar, essa parte lúdica, é de extrema importância para a formação do caráter infantil.

Acho que é essa magia que perdura até hoje que explica o fato de tantas pessoas ainda mandaram cartas para o bom velhinho. Historicamente cartas para Santos sempre foram mandadas, desde da antiguidade, mas logicamente, nunca eram respondidas. Foi apenas a partir do século 19 que se criou no mundo o hábito de se mandar cartas para o Papai Noel, essa tradição começou na Finlândia e se espalhou para todo o mundo.

Carta para o Papai Noel - Prontas, exemplos, NatalO ato de mandar cartas para o Papai Noel não estimula apenas o consumismo de comprar presentes, pelo contrário, muitas crianças realmente mudam o comportamento dependendo da resposta que recebem do “Papai Noel”, além do cunho familiar e amoroso que esse ato representa, para diversas famílias no mundo, esse é o momento de maior união durante o ano, com a troca de presentes e de carinho.

No Brasil, os correios adotaram oficialmente um programa de cartas endereçadas ao Papai Noel apenas em 2001, quando os próprios funcionários da agencia passaram a ser treinados para responder as cartas da criançada.

O número de mensagens impressiona, em 2008, as cartas para o bom velhinho representaram quase a metade de todo o material recebido pelos Correios. Dá para ver a importância e a relevância que esse ato tem até hoje, ainda mais porque escrever uma carta parece ser uma coisa tão antiga, é legal a criançada podendo resgatar isso.

Uma outra história interessante de como pode ter surgido o hábito de mandar cartas para o Papai Noel aconteceu em Nova York, no ano de 1897. Tinha uma menina chamada Virginia O’Hanlon que não queria acreditar no bom velhinho e escreveu uma carta para um jornal local, perguntando da sua existência, o pai da Virginia brincou com ela, ele disse que se o jornal publicasse a notícia, é porque ele existia. Aqui está a carta escrita por Virginia, que tinha apenas 8 anos na época.

– Querido editor, eu tenho 8 anos de idade e alguns dos meus amigos dizem que o Papai Noel não existe, me diga a verdade, ele existe?

Resposta do jornal:

“Virginia, os seus amigos estão errados, eles estão afetados pelo ceticismo, vivemos uma época muito cética. Sim Virginia, Papai Noel existe, tanto como o amor, a generosidade e a devoção.

Alguns pesquisadores em Papai Noel dizem que a partir daí surgiu a tradição de mandar cartas, interessante, não acham.

 

    
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